sentei-me nas velhas escadas que davam para o sotão e abri um antigo album dos meus antepassados. Estava guardado no baú pesado que se encontrava no fundo do poeirento sotão...
desfolhei as primeiras páginas:
« Marisa – aquela espécie que desdenha muitas vezes.
A sua derradeira realidade é ser uma pessoa dedicada e leal. Mais leal que fiel... Gosta de pôr, vamos lá, batatinhas quentes nas mãos dos que quer bem. Vejam-no como uma maneira de os ensinar! Afinal, quando eles se derem conta que se estão a queimar vão aperceber-se do que é melhor fazer. Depois há aqueles que são masoquistas e nem por isso preferem largar a (tal) «batatinha quente» … Bem disposta, chega a criar uma certa impressão aos demais. Contudo, ela não se rala, infelizes daqueles que para além de uma vida triste têm uma mente com tendência natural para encarar as coisas pelo lado pior.
Preza:
*Sweetness in moonlight